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Os Altos Graus do Rito Antigo e Primitivo Memphis Misraim estão representados, em Portugal, pela Grande Ordem Egípcia.

A Jurisdição portuguesa do Rito Antigo e Primitivo Memphis Misraim, possui as Cartas Patentes da Grande Ordem Egípcia, do Grande Oriente de França (maior Obediência Maçónica Liberal, a nível mundial).

Existem dois Collégios da Grande Ordem Egípcia: “Discípulos de Phoenix” na via masculina, fundado em 27 de março de 2010 e “Discípulos de Ísis”, na via mista, fundada em 21 de Fev. de 2015.

A Grande Ordem Egípcia, coopta os seus membros da Maçonaria Simbólica, na GRANDE LOJA SIMBÓLICA DE PORTUGAL e na GRANDE LOJA SIMBÓLICA DA LUSITANIA

Para ser admitido como membro da Grande Ordem Egípcia, deverá ser Mestre Maçom, há mais de três anos e possuir qualidades intelectuais e espirituais compatíveis com a exigência da Maçonaria Filosófica do Rito Antigo e Primitivo de Memphis Misraim.

O Rito Antigo e Primitivo de Memphis Misraim é praticado segundo a escala de Trinta e Três Graus, tal como foi estabelecido por Jacques-Étienne Marconis, fundador do Rito de Memphis, presente desde 1862 no Grande Oriente de França.

É assim, que acolhe este Rito Maçónico, muito rico no seu simbolismo, que se interessa pelo hermetismo, ciência esotérica de Hermes Trismegisto, o Três Vezes Grande.



Os Rituais e os seus trabalhos, continuam na busca verdadeira do Egito Alexandrino, Caldeirão de Culturas, filosofias e religiões do Antigo Egipto, da Grécia Antiga, da Mesopotâmia e da Asia Menor.


Os trabalhos da Academia de Platão ou dos Médicis são igualmente reavivados.


Esta busca conduz muitos membros para a famosa inscrição que ornamenta o Templo de Apolo em Delphos «Conhece-te a ti próprio e tu conhecerás o universo e os Deuses ».

Os rituais dos Altos Graus do Rito Antigo e Primitivo de Memphis Misraim não possuem nenhuma ligação com a lenda de Hiram ou com outra conotação Judaico-cristã, porque que são fundamentalmente pré-cristãos.

Em 1999, O Sereníssimo Grão-Mestre do Grande Oriente de França, Philippe Guglielmi, decidiu a revelação do Rito Egípcio no seio da sua obediência.



Este trabalho foi realizado com a ajuda do seu Primeiro Grande Mestre Adjunto, Ludovic Marcos, grande conhecedor das praticas e Fundador da Grande Ordem Egípcia.

Oferecer uma via de pesquisa espiritual, ao nível de abertura dos valores de democracia do Grande Oriente da França, era o desafio que nos foi lançado, visivelmente alcançado com sucesso em Portugal.


Actualmente, existem já centenas de Collegios a trabalhar no Grande Oriente da França e nas Obediências Amigas, ás quais o Rito foi transmitido, trazendo a Luz aos cinco continentes, numa relação perfeita com as Jurisdições dos Altos Graus da Franco-Maçonaria Mundial.


Os Altos Graus do Rito Antigo e Primitivo Memphis Misraim impôs a sua visão que vai no sentido das propostas que Gérard Galtie, fez no seu livro “fazer sair o Rito da sua torre de Marfim e recolocar no meio da Maçonaria Universal, ao mesmo tempo que se conserva os aspectos mais interessantes das suas especificidades».



Mesmo que existam chaves que permitem formas de viajar em direção ao que é interior, o que é esotérico, o percurso iniciático corresponde a uma progressão pessoal e dá formas de seguir e motivar a busca ao verdadeiro caminhante.


Porque não é o objetivo da busca, o mais importante, mas sim a Caminhada é que conta verdadeiramente. 

A Franco-Maçonaria, é também uma escola de vida, uma escola de filosofia, uma escola da República, de uma escola de vida em Grupo.